Brais Currás: “A mineração romana transformou a paisagem do Baixo Minho, com muitas dessas minas hoje ocultas ou destruídas”

O investigador do Instituto de História do CSIC participou esta quinta-feira na Social de Estás com uma palestra sobre a transformação da paisagem e das comunidades do vale durante a época romana. O ciclo de BARferencias de Fortalezas da Fronteira continuou na última quinta-feira na Social de Estás, na freguesia tomiñesa de Estás, com uma palestra do arqueólogo e investigador Brais Currás, do Instituto de História do Conselho Superior de Investigações Científicas. Sob o título “A mineração de ouro romana no Baixo Minho: pessoas, lugares e povoados”, Currás apresentou ao público uma leitura arqueológica da profunda transformação que o território viveu com a chegada e consolidação do domínio romano. Durante a sua intervenção, o investigador explicou que a sua linha de trabalho se centra no estudo da transição

O grande sistema fortificado de Tui e Valença, protagonista de uma visita guiada e de uma BARferência de Fortaleza da Fronteira

A programação inclui, nesta sexta‑feira, uma palestra no Al Dente, no Mercado de San Antonio em Tui, e uma visita guiada no sábado aos sistemas fortificados da antiga capital galega e de Valença, no dia 12 de julho. A atividade ficará a cargo da arqueóloga e professora da Universidade do Minho Rebeca Blanco‑Rotea e do arquiteto Tiago Rodrigues, contando com a presença dos presidentes das Câmaras Municipais de Tui e Valença. O projeto Fortalezas da Fronteira continua esta semana com a sua programação aberta à cidadania, com uma dupla proposta em Tui em torno da paisagem fortificada da raia. A iniciativa combinará uma nova sessão do ciclo de BARferências, nesta sexta‑feira, 10 de julho, e um roteiro pelos sistemas fortificados de Tui, previsto para o dia 12 de julho.

Gorka Martín: “Os detetoristas ilegais, com o espólio dos sítios arqueológicos, destroem os contextos arqueológicos da investigação”

O investigador pós-doutoral da Universidade do País Basco inaugurou esta segunda-feira o ciclo de BARferências de Fortalezas da Fronteira com a palestra Detetores e arqueologia: o que não se pode fazer O ciclo de BARferências de Fortalezas da Fronteira arrancou esta segunda-feira no Novo Bar, no Carregal, com uma palestra do investigador pós-doutoral da Universidade do País Basco Gorka Martín Echevarría, intitulada Detetores e arqueologia: o que não se pode fazer. A sessão serviu para aproximar o público de uma questão central para a proteção do património: os perigos do uso não autorizado e não sistemático dos detetores de metais em contextos arqueológicos. Durante a sua intervenção, Martín explicou que a sua linha de investigação se centra na arqueologia do conflito e dos campos de batalha, um âmbito em